Proteja-se contra a COVID-19 com hábitos da sua própria rotina.

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Covid-19: O Que Aprendemos e Como Continuar a Nos Proteger

Data de Criação: 11 de Abril de 2023

Introdução

A pandemia de Covid-19 impactou o mundo de maneiras sem precedentes, ensinando-nos lições valiosas sobre saúde pública, comportamento social e resiliência. Neste blog, discutiremos o que aprendemos ao longo deste período desafiador e como podemos continuar a nos proteger e proteger os outros.

O Que Aprendemos com a Pandemia de Covid-19

1. Importância da Higiene e Distanciamento

A prática de lavar as mãos regularmente e manter o distanciamento social demonstrou ser eficaz na redução da transmissão do vírus, destacando a importância de hábitos básicos de higiene.

2. Vacinação em Massa

A introdução e distribuição de vacinas em tempo recorde foram cruciais para controlar surtos e reduzir a gravidade da doença. Isso reforçou a importância de campanhas de vacinação abrangentes.

3. Tecnologia e Telemedicina

A pandemia acelerou a adoção da telemedicina, mostrando que consultas médicas e acompanhamento podem ser eficazes mesmo à distância, aumentando o acesso à saúde.

Como Continuar a Nos Proteger

  • Vacinação Atualizada: Certifique-se de que suas vacinas contra a Covid-19 estão atualizadas, incluindo doses de reforço se recomendadas.
  • Máscaras em Locais Fechados: Considere o uso de máscaras em locais fechados ou com aglomerações, especialmente durante períodos de alta transmissão.
  • Monitoramento de Sintomas: Esteja atento a sintomas de Covid-19 e faça o teste se necessário para evitar a propagação.
  • Cuidados com a Saúde Mental: A pandemia destacou a importância da saúde mental; busque apoio se necessário.

Como se proteger?

Confira medidas não farmacológicas de prevenção e controle da pandemia do novo coronavírus

A principal medida de prevenção contra formas graves da covid-19 é a vacina. A campanha de vacinação contra a covid-19 foi iniciada em janeiro de 2021. A depender do cenário epidemiológico da Unidade Federada ou município, as autoridades locais devem definir se é necessário a recomendação de medidas coletivas, tais como distanciamento físico e uso de máscaras, que devem ser alinhadas com as autoridades locais, a depender do perfil epidemiológico de cada Unidade Federada ou município.

Aliada à estratégia de vacinação, as medidas não farmacológicas constituem outras formas de prevenção e controle da covid-19, como: distanciamento físico, etiqueta respiratória, higienização das mãos, uso de máscaras, limpeza e desinfeção de ambientes, isolamento de casos suspeitos e confirmados.

Ressalta-se a necessidade de manutenção das medidas não farmacológicas na prevenção da infecção pelo vírus da covid-19, conforme segue abaixo.

Distanciamento social

Limitar o contato próximo entre pessoas infectadas e outras pessoas reduz as chances de transmissão do SARS-CoV-2. O distanciamento físico é uma estratégia importante quando há́ á́ probabilidade de indivíduos estarem infectados pelo SARS-CoV-2, porém assintomáticos ou oligossintomáticos, sem diagnóstico da covid-19 e que não estão em isolamento. Trata-se da manutenção de uma distância física mínima de pelo menos 1 metro de outras pessoas em locais públicos, o que reduz a chance da infecção. Garanti r uma boa ventilação em ambientes fechados também é uma medida importante para prevenir a transmissão em ambientes coletivos.

Atenção: A depender do cenário epidemiológico da Unidade Federada ou município, as autoridades locais devem definir se é necessário a recomendação do distanciamento físico e uso de máscaras no âmbito coletivo em locais públicos.

Higienização das mãos: A higienização das mãos é uma das medidas mais efetivas na redução da disseminação de doenças de transmissão respiratória. Pode ser realizada com álcool 70% ou água e sabão. Evidências atuais indicam que o SARS-CoV-2 é transmiti do por meio de gotículas respiratórias ou por contato. A transmissão por contato ocorre quando as mãos contaminadas tocam a mucosa da boca, do nariz ou dos olhos. O vírus também pode ser transferido de uma superfície para outra por meio das mãos contaminadas, o que facilita a transmissão por contato indireto. Consequentemente, a higienização das mãos é extremamente importante para evitar a disseminação do vírus causador da covid-19. Ela também interrompe a transmissão de outros vírus e bactérias que causam resfriado comum, gripe e pneumonia, reduzindo assim o impacto geral da doença.

Etiqueta respiratória: Uma das formas mais importantes de prevenir a disseminação do SARS-CoV-2 é a etiqueta respiratória, a qual consiste num conjunto de medidas que devem ser adotadas para evitar e/ou reduzir a disseminação de pequenas gotículas oriundas do aparelho respiratório, buscando evitar possível contaminação de outras pessoas que estão em um mesmo ambiente.

A etiqueta respiratória consiste nas seguintes ações:

  • cobrir nariz e boca com lenço de papel ou com o antebraço, e nunca com as mãos, ao tossir ou espirrar. Descartar adequadamente o lenço uti lizado.
  • evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas. Se tocar, sempre higienize as mãos como já indicado.
  • manter uma distância mínima de cerca de um (1) metro de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
  • evitar contato físico com pessoas com sintomas gripais, independente do uso de máscara.
  • não compartilhar objetos de uso pessoal sem higienização adequada.

Uso de máscaras em serviços de saúde
O uso universal de máscaras em serviços de saúde deve ser uma exigência para todos os trabalhadores da saúde e por qualquer pessoa dentro de unidades de saúde, independente das atividades realizadas. Todos os trabalhadores da saúde e cuidadores que atuam em áreas clínicas devem utilizar máscaras cirúrgicas de modo contínuo durante toda a atividade de rotina.

Em locais de assistência a pacientes com covid-19 em que são realizados procedimentos geradores de aerossóis, recomenda-se que os profissionais da saúde usem máscaras de proteção respiratória (padrão N95 ou PFF2 ou PFF3, ou equivalente), bem como demais equipamentos de proteção individual.

Uso de máscaras na população em geral
Diante a mudança do cenário epidemiológico da covid-19, o uso de máscaras faciais tornou-se facultativo em diversos municípios e unidades federadas no Brasil. Contudo, o Ministério da Saúde recomenda que as máscaras sejam uti lizadas nas seguintes situações:

No âmbito individual:

  • Pessoas com sintomas gripais, casos suspeitos ou confirmados de covid-19, ou pessoas que tenham ti do contato próximo com caso suspeito/confirmado de covid-19.
  • Pessoas com fatores de risco para complicações da covid-19 (em especial imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades) em situações de maior risco de contaminação pela covid-19, como: locais fechados e mal ventilados, locais com aglomeração e em serviços de saúde.

No âmbito coletivo:

  • As recomendações do uso de máscaras no âmbito coletivo devem ser definidas pelas autoridades locais a depender do cenário epidemiológico de cada unidade federada ou município, avaliando fatores como: cobertura vacinal (incluindo doses de reforço), taxa de transmissão, taxa de hospitalização por SRAG, mortalidade, entre outros.
  • Na ocorrência de surto de covid-19 em determinado local ou instituição, recomenda-se o uso de máscara por todos os indivíduos do mesmo ambiente, devido ao potencial risco de transmissão por pessoas assintomáticas.

Conclusão

A Covid-19 nos ensinou muito sobre nossas capacidades de adaptação e resiliência. Continuar a prática de medidas de proteção e estar informado sobre a saúde coletiva é essencial para superar crises futuras. Estamos à disposição para mais orientações na nossa clínica em Samambaia - DF.